É, estou aqui de novo...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011 // Postado por Renoth





Queria escrever, mas não queria que isso se tornasse uma obrigação. Detesto obrigações.
Sabe, quando eu começo algo quero sim que aquilo cresça e caminhe em rumo ao monte olimpo, mas não quero ter que carregar aquilo nas costas. Não por obrigação.
Talvez por isso eu odeie tanto o exército. Eles não me perguntaram se eu queria me aliastar, e por isso, eu não queria. Talvez, e só talvez, eu gostasse da ideia a ponto de querer participar do exercito se ninguém tivesse me dito: ou você se alista, ou você se alista. É claro, no fim deu tudo certo, e daqui a pouco tenho que ir lá para buscar minha reservista. Espero que seja rápido.
O lugar só fecha as 16 horas, então apesar de eu ter que estar lá as 13 horas não estou com muita pressa. Já sei que eles não estão muito interessados em mim (talvez por porte fisico, talvez por cabelo, talvez simplesmente porque eu não me encaixo no perfil) e também sei que não haverão surpresas do tipo "Está atrasado? então você vai servir seu pais Muahahahaha". Logo, não vejo motivos para correr em direção a uma fila que não liga pra quem tem o papel de mais cedo. Também não preciso do documento a ponto de estar lá duas horas antes só para o ter em mãos antes do resto. A verdade é que não tenho pressa nenhuma de ter aquele papel que diz "Ei ei, eu me alistei *forever alone face*". Tenho mais pressa de morrer. Serio, o mundo podia ter acabado sexta, né? Seria muito melhor que mais esse tempo de vida...
Enfim, como vão vocês? Ainda não respondi o comentario da Tsu, que combinemos, foi muito bem escrito, apesar de eu discordar dela em grande parte. Acho que foi por falta de tempo, mas não tenho como afirmar com certeza... Desculpa Tsu... Me perdõa?
Estou ouvindo musicas de Mamma Mia de novo... Ainda revoltado com a minha tia ter tirado e jogado no chão tudo que ela identificou como lixo de dentro das minhas gavetas. Isso incluia uma caixa de chocolate vazia que eu guardava ainda intacta por motivos... bem, eu tinha motivos para a guardar. Agora toda amassada não tive escolha além de a colocar em uma sacola em direção ao lixo... Destino triste a algo que eu tinha tanto carinho...
Acho que no fim esse é o destino de quase tudo que o homem cria. O lixo. Não sou do tipo que diz que seremos assombrados por isso no futuro, mas acredito que sim, pagaremos essa conta, que afinal de contas é nossa. Não estou só citando Holic ao dizer que tudo tem seu preço, eu sempre acreditei nisso.
As vezes, eu queria ser catolico, evangelico, ou de qualquer uma dessas religiões que consegue acreditar que o mundo vai acabar num único dia, num arrebatamento dos bons, no sofrimento dos maus. Queria conseguir acreditar que só existe um tipo de humano: o hetero, e que tudo que ele faz será pago por outros enquanto ele (unicamente por ser batizado e se confessar) aproveitará seu tempo no ceú. Deve ser gostoso poder criticar os outros enquanto se acredita piamente que vai pro ceu enquanto os outros sofrerão com o armagedon. Parece divertido, serio. Mas eu não consigo.
Minhas divindades, reais ou não, não são tão boazinhas assim. O que um homem faz na opinião deles tem que ser pago por aquele mesmo homem, seja nessa vida, seja na proxima. Se o homem provocar o armagedon nessa terra que nós deu por anos tudo que precisavamos, teremos que ficar nelas até que não haja mais nada nela. Morreremos por falta de ar, de água, de comida, de humanidade, ou mesmo de instintos que fizemos questão de discartar para continuarmos nossa vida. É nesse fim que eu acredito, e se esse livro fosse meu, ele terminaria assim. Aliás, uma das possibilidades de fim para os meus personagens mais queridos é "e ai todos morreram, bem vindos a vida real.".
Não sei se vocês sabem, aliás, não sabem porque não lembro de ter falado, mas Sakura, Emo, Emma, todos eles tem uma estória. Nenhuma delas é feliz. Sakura é uma vampira, mas antes de ser vampira era uma divindade. Se chamava Lilian, e era a mãe de todas as imortais, mas foi expulsa e forçada e fugir por conta de Destino, seu pai. Ela era a encarnação da vida, mas teve que abrir mão disso para viver como mortal. Perdeu a memoria, e tudo que faz é perseguir a imortal que a transformou em vampira. Não consegue lembrar nem mesmo da irmã gemea, Vanessa, apesar de a ter como "irmã adotiva bonitinha"... Emo não era exatamente uma divindade, mas tinha poderes grandes junto com outro personagem meu, Treze. Eles se amavam, muito, mas morreram. Sakura, inteligente como só ela, pegou a alma dos dois e a juntou numa maquina. Assim nasce Ritashi, uma maquina que tem dentro dela o proprio inferno e da qual somente um pode sair de cada vez. Tanto Emo quanto Treze, quando saem e governam o "corpo" deixam o outro preso na "mente", assim, só podem viver fazendo com que aquele que amam viver no inferno constante. Sakura sabia disso, mas fez do mesmo jeito. A verdade é que ela não se importava com o lado emocional de algo que foi criado para ser uma arma. Emma é um demonio, muito bonitinho, mas muito cruel. Não é uma mocinha, e não gosta de ser tratada como uma, apesar de ser tão fraca que tem que ser salva toda vez que se envolve em algo grande. É inteligente e tem o poder de conseguir localizar qualquer um em qualquer lugar. Não é como se ela fizesse esforço para isso, ela pensa em alguém e automaticamente já sabe onde aquele alguém está. Foi usada até onde isso era possivel, e se apaixonou por Emo porque ele nunca tentou a usar, apesar de ter um modo muito estranho de mostrar afeição (e sim, isso envolve chicotes e sadomasoquismo), mas não ficou muito trites quando ele a abandonou. Ela fez por merecer e sabe disso, talvez seja minha personagem mais censata e centrada.
mais um post sem imagens... mas tenho que ir... na proxima postagem vou colocar um conto, ou um pedaço de conto de um deles, ok? alguma pedida? não? imaginei ... beijinhos, e até mais.

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Preciso esquecer.

sábado, 22 de outubro de 2011 // Postado por Renoth





Tenho ENEM em exatas 3 horas, mas sairei de casa em exatos 30 minutos. Sim, estou adiantado como raramente me adianto, e sim, isso significa que estou nervoso. É, estou nervoso com o ENEM, exame feito não para testar meus niveis de inteligencia, mas sim quanto tempo eu demoro pra me cansar de cada questão e passar a proxima. Não gosto disso. Aliás, não gosto de ser testado. Nenhum pouco. Nunca cheguei nos examinadores do ENEM e disse "Vem cá tio, vou te testar agora. Senta ai Claudio e se prepara pra 4 h e meia de testes de conhecimentos feitos para não testar seus conhecimentos.". Porra, não estão só me testando. ESTÃO ME ENROLANDO.
E fica a dica a quem interessar: eu simplesmente odeio ser enrolado.
Hoje eu preparado pelo ultimo ENEM, no qual não levei nada e senti um pouco de fome, falei com a minha mãe pra comprar algo meramente ilustrativo para meu estomago. tipo... um pacote de trakinas... um saco de jububa, qualquer coisa. Aliás, falei com ela na Quinta, mas ela disse que resolveria hoje. Pois bem, levei a com a minha tia minha cachorrinha no veterianario já com uma pulga atras da orelha com as frases "depois a gente vê isso" e "você toma um café reforçado, não é melhor?Não? Certeza absoluta?". Pois é, não vou dizer que foi uma grande surpresa quando descobri que a maior ilustração que eu conseguiria comer durante a prova seria a própria prova, se tivesse alguma questão com ilustração grande o suficiente para me apetecer a tanto. Acredite, se ouver será uma verdadeira tentação.
Novamente: estou sendo enrolado. Novamente, a quem interessar: eu odeio ser enrolado.
Se não for fazer, beleza. Ilustrações (gastronomicas ou não) tendem a ser um desafio a varias pessoas, e eu não sou o tipo que gosta de desafiar, sou na minha e só provoco pessoas especificas, tendo em mente objetivos especificos. Serio.
Agora, se é pra falar que vai fazer, faça. Ninguém te obrigou a me falar que ia fazer. Ninguém mesmo. Eu nem usei minha cara de gatinho pidão, só disse inocentemente do que eu precisava. Claro que fiquei irritado ao constatar que estava sendo enrolado, pensei que se era pra ser enrolado eu ia pro Rio de Janeiro viver com meu pai. Seria enrolado todos os dias por todos os assuntos, mas ao menos teria praia. Não que eu seja fã de praia, mas Afrodite nasceu no mar então gosto da energia de lá. Sou uma pessoa de surpertições afinal de contas...
Agora, falando de algo melhor, fui visitar meu dono. Sim, fui até a casa dele, e cheguei a deitar na cama dele (dormi num hotel (com ele)), sabe não estou aqui pra convencer ninguém que ainda sou virgem depois dessa viagem, então cada um acredite no que quiser. ok?
A cidade tem um clima de interior, mas não de qualquer interior. Sabe aquele interior que se disfarça de cidade grande, mas que se você se afastar duas quadras da avenida principal se perde na mata ou acaba achando uma tribo indigena? Não, não estou brincando, tinham três tribos em volta da cidade (o que me fez imaginar o porque de meu dono saber falar Tupi). Por algum motivo tive um pouco de medo de um ataque indigena feito pela tribo assim que eu entrasse na cidade, então tentei ficar o mais proximo possivel do meu dono. Não que eu ache que ele é o super homem capaz de deter uma tribo, mas ele é mais alto que eu e me sinto proteguido do lado dele. Besteirinha de uke.
Não esqueço de detalhes que considero importantes. Tipo o que jantamos nos três dias (fiquei três dias e meio) Sorvete, pizza, e comida japonesa. A comida japonesa parecia fadas do campo transando na minha boca, e eu esperava algo mais caro, o que foi uma surpresa positiva. (ainda acho que comi o lamen de modo errado, mas quem se importa?). A sim, o garçom gay fez com que lembrassemos de uma fantasia de sex shop de garçom. É, a gente riu muito pelas costas do cara depois... tadinho...
Segundo nos dois, o maior prazer em uma fantasia sexual ridicula como essa seria arrancar a roupa e dizer "nunca mais vista essa coisa ridicula e.e" ou algo do genero.
Novamente, não estou aqui para convencer ninguém da minha virgindade, acreditem nela se quiser. Mesmo que a existencia do Papai Noel seja mais provavel. E ele existe, jogamos Xadrez enquanto eu estava na casa do meu dono. '-'
No fim, foi uma viagem mágica. Muito mágica. Serviu pra eu lembrar como era interessante o abraçar e beijar. Eu achava que não tinha esquecido nada, mas... Eu não sou bom o suficiente pra gravar cada detalhe como gostaria. Reviver só na minha imaginação cada momento como gostaria. É uma pena, claro, mas é a realidade na qual vivo, e tenho que conviver com ela. Apesar de ainda achar que eu nunca vou conseguir esquecer o mais importante, embora não tenha certeza do que é o mais importante.
Ei, estou atrasado. Sabia que isso ia acontecer, por isso me planejei pra sair 1 hora e meia antes da uma hora antes que eu tinha que chegar. Enfim, Super Trouper (sim, de Mamma Mia...) está tocando e eu só vou sair quando isso terminar de tocar. Sei que chegar tão antes só significa que eu cheguei antes. Não ganho bonus na prova por isso. Começou outra musica... vou acabar ficando em casa... vou indo... Beijos 
Lembrem-se de me procurar entre as perolas ano que vem, a minha redação (independentemente do tema) será sobre como a extinção dos pandas da Amazônia prejudica os tigres asiáticos do Nepal.
e de ouvir Mamma Mia!
Depois ponho imagens nessa merda lmao/

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Em algum lugar...
Contos e pedaços aleatórios da minha vida. Quase um diário, quase um poema, quase um livro. Se descobrir o que é, favor contactar contando.
Sakura’s warning: não mexam na groselha na geladeira. Grata.

Quem?

Eu? Bem, não há muito a dizer. Cursando o segundo semestre da faculdade de jogos digitais na fatec, e o sexto ou sétimo modulo do curso de computação gráfica da Saga. Um futuro profissional da área de jogos, ou de qualquer outra área que venha a me aceitar. Um pequeno monstro com um grande fraco pelo Konta.

como me achar?

Já tentou me procurar?
Nyah!
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